Se você ainda pensa que o registro de marca é algo burocrático e restrito a grandes empresas e corporações, os dados publicados pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) sobre o registro de marcas em 2025 por pequenas e médias empresas, mostram que o cenário não é esse. A proteção de ativos intangíveis se consolidou ao longo dos anos como uma decisão estratégica da empresa, seja ela pequena, média ou grande.
Segundo os dados mais recentes do INPI, o Brasil vive hoje um verdadeiro crescimento de pedidos de marcas, impulsionado pelo crescimento do e-commerce, do setor de serviços e de empresas digitais. Portanto, em um mercado cada vez mais competitivo, quem não protege sua marca corre o risco de perder espaço, identidade e até mesmo o direito de uso do próprio nome.
Neste artigo, você vai entender o que está por trás dessa alta de registros, quem está puxando essa alta, quais setores mais cresceram e por que o registro de marca se tornou prioridade para negócios que querem segurança, exclusividade e valorização no mercado.
O registro de marca bateu recorde em 2025: o que mostram os números do INPI
Em 2025, o registro de marcas atingiu um dos maiores volumes da história recente do país. Foram mais de 504 mil pedidos acumulados ao longo do ano, um crescimento de 7,9% em comparação com o ano anterior. O movimento não desacelerou nem mesmo no final do ano. Os dados apontam que entre outubro e dezembro, foram mais de 94 mil novas solicitações protocoladas.
Além disso, o próprio INPI aumentou o ritmo de análise, o que resultou em mais concessões, subindo para 6,3% e ultrapassando a marca de 176 mil marcas deferidas. Ou seja, além de mais empresas estarem pedindo proteção, elas também estão conseguindo concluir o processo com sucesso.
O que isso significa? Significa que a consciência sobre a importância da propriedade intelectual aumentou e o ambiente está cada vez mais favorável para empresas que decidem regularizar a sua marca.
Mas afinal, quem está registrando marca no Brasil?
Se anteriormente o registro de marcas era visto como algo restrito a grandes empresas, hoje o perfil mudou. De acordo com os dados oficiais da pesquisa, 48% dos depósitos vêm de MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. Isso significa que quase metade dos pedidos está partindo de empresas de porte menor, que estão começando ou em fase de crescimento.
De forma prática, esse comportamento revela que os pequenos empreendedores perceberam que esperar crescer para depois proteger a marca pode sair caro. Na prática, muitos empreendedores percebem tarde demais que o nome já está em uso por outra empresa, é genérico demais ou acaba sendo copiado por concorrentes. Por isso, quanto antes o pedido de registro for feito, maiores são as chances de um processo tranquilo.
Registrar uma marca não é apenas uma formalidade, é uma decisão preventiva.
Por que o Registro de Marca é vital para Pequenas e Médias Empresas?
Com a ascensão de e-commerces, redes sociais e do setor de serviços, a marca se tornou um dos principais ativos da empresa. Em muitos casos, ela passa a valer mais do que a própria estrutura física ou estoque.
Sendo físico ou digital, proteger esse ativo é indispensável para garantir a exclusividade e manter a autoridade da marca. Mas quando se trata do âmbito digital, quanto maior a exposição, mais a empresa corre o risco de cópias e perda de identidade.
Além disso, uma marca registrada garante exclusividade de uso em todo o território nacional, transmite profissionalismo ao mercado e aumenta a segurança para expandir, franquear e atrair novos parceiros.
Tecnologia e ativos digitais em alta: o crescimento no registro de programas de computador
Startups, empresas de tecnologia e negócios digitais também estão buscando cada vez mais a proteção jurídica para softwares, plataformas e soluções próprias. O resultado disso aparece no crescimento de 36,2% no registro de Programas de Computador.
Nesse cenário, não se trata apenas de nome e logotipo, mas também de todo o conhecimento que diferencia a empresa no mercado. Com isso, à medida que a economia se torna mais digital, a proteção de ativos intangíveis ganha ainda mais relevância.
O que considerar antes de iniciar o registro de marca?
Antes de dar entrada no pedido de registro de marca, é essencial verificar se o nome já está disponível, definir corretamente a classe de atuação e organizar toda a documentação exigida pelo INPI. Além disso, o processo envolve análise técnica, acompanhamento de prazos, respostas a exigências e monitoramento constante até a concessão.
Embora pareça simples, erros são comuns nessa etapa, como escolher a classe incorreta, protocolar informações incompletas ou deixar o processo parado. Consequentemente, isso pode gerar indeferimentos, retrabalho e até a perda do direito sobre a marca.
Por esse motivo, contar com orientação especializada faz diferença. Uma consultoria experiente reduz riscos, acelera o andamento do pedido e garante que a proteção seja feita da forma correta desde o início.
É nesse cenário que a Renova Marcas e Patentes se destaca. Com mais de duas décadas de atuação em propriedade intelectual, a empresa acompanha todo o processo de registro de marca, desde a busca de viabilidade até a concessão, oferecendo a segurança e tranquilidade que o empreendedor precisa para focar no crescimento do negócio, não na burocracia.
Se você quer proteger sua marca com mais tranquilidade e evitar dores de cabeça no futuro, vale buscar apoio profissional antes de protocolar o pedido. Fale com a equipe da Reona Marcas e Patentes e receba uma orientação especializada.